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As escolhas que fazemos se baseiam nas escolhas que fazemos...

Eu sei que vocês devem estar me dizendo palavras belas ao ler o título desta mensagem, mas não esquente tanto a cuca deste jeito que irei explicar...

A frase acima foi "pensada" (não sei se alguém já publicou isto antes) quando estes dias estava analisando o que nos leva a fazer certas coisas e, consequentemente, nos leva a caminhos específicos.

O que eu pensei para chegar a esta conclusão que possivelmente ainda está confuso para quem está lendo é simples. Sou formada em Análise de Sistemas - TI, sou uma profissinal de informática e eu realmente gosto disto. Dai eu sempre que eu penso em fazer alguma coisa de curso ou mesmo algo voltado à área profissional, leitura, vídeos, revistas, jornais, blogs, enfim, todas as conversas que me foco tem o mesmo assunto - TI.

Dai pensei nisto, sempre que fazer uma "escolha secundária" está baseada em "escolhas primárias". Isto é comum no ambiente profissinal, mas será que é só nesta circunstância que fazemos isto?

Vamos ver. 

- Você gosta de pagode e mais nada, e por isto frequenta lugares que tocam este tipo de música. Logo você só conhece e convive com pessoas que gostam do mesmo tipo de música. Será que isto não exclui a possibilidade de você conhecer várias pessoas ou mesmo se interessar por conhecer músicas diferentes?

- Você se interessa por pessoas que possuem certo perfil profissional/cultural/racial/biotipo e por isto ao conhecer pessoas com perfis diferentes você não se abre ou mesmo se liberta para conhecer pessoas diferentes que "talvez" poderiam ser até mais agradáveis que as de sua preferência. Será que não seria interessante você branquinha conhecer um negão e adorar a mistura?

- Na religião também não muda. Você é aquele cara que é espírita ou católico até a ultima gota de fé. Mas bloqueia qualquer possibilidade de conhecer outra religião, como a evangélica (que devo confessar que dá muito o que falar). Mas será que você não se permite buscar uma informação mais detalhada do que é esta religião e conhecer? E se você gostar das palavras que são ditas, se agradar do convívio e pessoas que frequentam estas igrejas e até se sentir mais a vontade ou mesmo entender o propósito e até concordar com ele? (e se esta religião estiver certa e não a sua? Acho que neste caso  perderemos muita coisa né?)

- Você é uma pessoa de TI (Quem será???) e não aceita muito aprender mais sobre ADM ou mesmo BIO, mas será que não é interessante você conhecer um pouco de tudo (até mesmo finanças que é algo que eu não suporto) para começar a ter uma integração profissinal com as pessoas que trabalham na mesma empresa que você?

Enfim, dei alguns exemplos extamante para falar isto. As escolhas que fazemos se baseiam nas escolhas que fazemos.. Uma escolha secundária é totalmente influenciada por uma "escolha primária". E as vezes deixamos de aproveitar "n" possibilidades de crescer de várias formas, seja cultural, profissional, emocional, enfim. 

Esta é uma chamada para revermos as nossas escolhas ou, ao menos, saber dar mais abertura a novos assuntos e, porque não, sermos mais cultos a cerca de diversos assuntos? Pensem nisto e se abram a novas possibilidades...

Comentários

Basicamente, o que vc também poderia acrescentar é:
esteja aberta, disponível, ao seu presente. Fazendo isso, registrará as inúmeras informações que lhe chegam sobre, e através de: pessoas, assuntos, acontecimentos, leituras.

O ponto nelvrálgico, eu acho, é estar consciente de, e em, sua vida para 'ver' e, assim, poder escolher o que é melhor para cada uma.

Uma boa escolha advém do conhecimento, caso este conhecimento abranja sua pessoa, as escolhas serão mais acertadas.

Considero que o título do post é um negócio que acontece em alguns programas, que se repetem ad nauseam (tem um nome isso).
É uma afirmação 'vazia'.


Abrçs!
Anônimo disse…
Sil, minha Gigamiga. Muito interessante esse enfoque. Geralmente as coisas ocorrem assim mesmo. Até o filho do médico é levado a ser o mesmo, né?
Eu posso dar um testemunho diferente. Sou engenheiro mecânico formado pela FEI - SP.
Trabalhei na indústria automobilistica, na farmacêutica, com fibra de vidro, no INPE (com sensoriamento remoto) e hoje tenho uma firma de informática (software e hardware).
Tudo isso abriu muito a minha cabeça. Conhecí métodos diferentes e pessoas com cabeças diferentes. O resultado foi eu conseguir me aproximar com maior facilidade de todo e qualquer tipo de pessoa. Deixar um pouco de lado "as coisas" e me aprofundar mais nos mistérios maravilhosos do ser humano...afinal Deus não ia projetar coisas ruins. O nosso próximo é a fonte de todo o nosso conhecimento e desenvolvimento.
Adorei sua postagem, Sil.
Um giga de carinhosos beijos prá você.
Manoel.
Eraldo Paulino disse…
Mente aberta é como chá de boldo, não faz mal a ninguém!

Bjs!

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