TPM
[segundo um link da web do qual não me perguntem] é um conjunto de sintomas
físicos e comportamentais que ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual podendo
ser tão severos que interfiram significativamente na vida da mulher.
É uma
desordem neuropsicoendócrina com sintomas que afetam a mulher na esfera
biológica, psicológica e social.
Quando
ficamos de TPM (acho que isto ocorre com a maioria das mulheres né?), fora os
transtornos físicos como dores de cabeça, nas pernas, cólicas, etc., a gente
fica basicamente sem paciência, né?
No meu
caso, eu não fico mal humorada com tudo, mas confesso que quando o assunto sou
eu, eu fico um pouco “brava”.
O que
parece é que a gente consegue potencializar os efeitos de tudo. Desde a raiva
de alguém que entrou no seu lugar na fila do banco (trocando de lugar com
alguém que já estava esperando) até uma simples pergunta sobre o funcionamento
de um sistema com o qual a pessoa já trabalha há séculos. Não que estejamos
erradas.. mas de fato, potencializamos a coisa...
Mas enfim,
é normal, não é??? Sentir, neste período, vontade de mandar todo mundo que te
aborrece de forma mínima para um lugar diferente do seu (e bem diferente,
diga-se de passagem) é normal, não é?
Pegando o
embalo com algumas meninas que se aborrecem e ficam cantando músicas para as pessoas perceberem que não estão de brincadiera, hoje eu pego carona com o
CBJr – Não uso sapato. Não me sai da cabeça.
“Eu odeio hipocrisia... Mas que se exploda!!!
Eu odeio gente chique eu não uso sapato... Mas que se exploda!!!”
E a dica que fica para as pessoas que devem encarar pessoas que estão com TPM hoje e sempre, é: Não as provoquem... (rs...).
PS: A
palavra "exploda" contida no trecho da música citada foi inserida no
lugar de outra que considerei um pouco "dura". E não gostaria que os
leitores ficassem incomodados com a mesma.

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